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Gosto destes arranjos cúmplices entre a música erudita europeia e a de outros continentes. Para mim, autênticas cimeiras europa-europa, europa-áfrica, europa-américa latina.
Depois de Bach to Africa, Vivaldi e Música Celta, Bach to Brazil, Bach in Egypt [post de 4.11.06] e Bach to Cuba [post de 18.09.07], posso ouvir Mozart in Egypt 2, prazer que aguardava há já algum tempo.
Uma oferta que fiz a mim própria, coisa que aprendi recentemente a fazer. Não por ter qualquer razão de queixa, muito pelo contrário. Na verdade, sou uma sortuda. Oferecem-me muitas coisas. Coisas que gosto. E isso sabe muito bem.